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  Samba... Feito com amor e profissionalização. Mistura perfeita!
   
 

Lendo e participando de tópicos e discussões a respeito da profissionalização, tema desta coluna, resolvi dar minha opinião às contratações de carnavalescos, aderecistas, coreógrafos, costureiras, esculturistas, serralheiros, marceneiros, mestres de bateria, intérpretes e etc. E pasmem...  acompositores, que devido a uma minoria contrária, tem sido alvo de muita polêmica.

Há tempo, ouço o clamor de diversos sambistas de São Paulo pedindo mais profissionalização no carnaval paulista, e alguns citam como exemplo o carnaval carioca... Claro, sem os problemas atuais.

E agora que isso vem acontecendo essa minoria insiste em "reclamar", só que ao invés de reclamar com o contratante, ou seja, com o (a) presidente, ficam "atirando" em vão para todos os lados.

Segue um exemplo de conscientização, tirado de um tópico:

"Profissional do samba, aquele que não declara seu amor a escola, mas é competente em algum segmento, este sim, eu não vejo problema nenhum em mudar de escola, afinal... Escola de Samba também é uma empresa (com CGC e tudo mais) e precisa de gente com talento e capacidade, e se na sua comunidade não se encontra alguém para preencher esta vaga, nada mais natural do que procurar um profissional" - Sérgio Porteleandro.

Parabéns pela clareza!

Esse negócio de falar que esse profissional não tem identidade, é contraditório. Quando essa pessoa contratada chega em uma escola sabe-se que ela não pertence à escola, porém, é do samba e... está na escola, vestirá a camisa e lutará para que a escola esteja sempre no topo, afinal será um desejo mútuo, o sucesso de um depende do outro. Portanto... Não vejo nada de ilícito ou imoral nessas contratações, pois o que vale neste caso é o resultado final, e quem paga pode e deve cobrar por resultados, no final a renovação ou não, irá depender exatamente do resultado.

Coisa que não se pode cobrar do componente comum.